
O rendimento do CDI é o retorno financeiro obtido por investimentos atrelados ao Certificado de Depósito Interbancário. Com a taxa CDI em torno de 14,15% ao ano (junho/2026), R$ 10.000 aplicados a 100% do CDI rendem aproximadamente R$ 111 brutos por mês, ou aproximadamente R$ 86 líquidos após o Imposto de Renda.
Apesar do potencial de rendimento do CDI, boa parte dos empresários no Brasil ainda mantém o caixa da empresa parado na conta corrente, sem nenhum tipo de remuneração.
O problema é que a inflação corrói o poder de compra desse dinheiro mês a mês. Segundo o IBGE, o IPCA acumulado em 12 meses até junho/2026 foi de 4,64%. Na prática, isso significa que R$ 50.000 parados na conta corrente perdem cerca de R$ 2.320 em poder de compra em um ano — dinheiro que a empresa simplesmente deixa de ter, mesmo sem gastar um centavo a mais.
Mais do que uma taxa de referência da renda fixa, o CDI se tornou um parâmetro estratégico para a gestão financeira de empresas. É a partir dele que se calcula o rendimento de CDBs, fundos DI e Contas Digitais PJ remuneradas, permitindo que o caixa continue produtivo.
Neste artigo, você vai entender como calcular o rendimento do CDI, quais são as principais aplicações que seguem esse índice e como investimentos, que vão além da liquidez diária, podem fazer o dinheiro da empresa render muito mais no longo prazo.
Neste artigo, você vai encontrar:
O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é a taxa que os bancos usam para emprestar dinheiro entre si, todos os dias, quando precisam ajustar o próprio caixa. Ela é calculada e divulgada pela B3, e serve como referência para praticamente todas as aplicações de renda fixa do mercado, como CDBs, fundos DI, LCIs, LCAs e Contas Digitais remuneradas.
Para o empresário, esse conceito importa por uma razão simples: o CDI é o “piso” do que o seu dinheiro pode render fora da conta corrente. Quando uma aplicação oferece “100% do CDI”, significa que o rendimento vai acompanhar integralmente essa taxa. Se o CDI está em 14,15% ao ano, o dinheiro aplicado rende essa mesma porcentagem, em termos brutos e antes do desconto de imposto.
Na prática, isso é o que diferencia deixar R$ 100 mil parados na conta corrente de aplicá-los em um investimento atrelado CDI: no primeiro caso, o valor perde para a inflação; no segundo, ele acompanha uma das taxas de juros mais altas do mundo.
Para entender por que o CDI se movimenta do jeito que se movimenta, o próximo passo é olhar para a taxa que dá o tom de tudo isso: a Selic.
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A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira, definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Ela é o principal indicador que orienta o custo do crédito e o retorno dos investimentos no país.
O CDI, por sua vez, anda praticamente colado à Selic, ficando historicamente cerca de 0,10 ponto percentual abaixo dela.
Em junho de 2026, com a Selic definida em 14,25% ao ano pelo Copom, o CDI roda em torno de 14,15% ao ano, segundo dados da B3/Cetip.
Para o empresário, o efeito prático dessa relação é direto: quando a Selic sobe, o rendimento do CDI acompanha, e as aplicações atreladas ao índice passam a pagar mais. Quando a Selic cai, o inverso acontece.
Isso significa que acompanhar as decisões do Copom não é uma tarefa exclusiva de investidores profissionais. Para quem gerencia o caixa de uma empresa, esse acompanhamento ajuda a projetar quanto o dinheiro parado pode render nos próximos meses e a decidir o momento certo de movimentar aportes maiores ou menores em aplicações atreladas ao CDI.
Com a taxa CDI em aproximadamente 14,15% ao ano (dados de junho/2026 do Banco Central do Brasil), o rendimento mensal bruto equivale a cerca de 1,11% ao mês. Esse valor é obtido convertendo a taxa anual para o período mensal por meio da fórmula de juros compostos.
Para tornar isso mais concreto, veja quanto diferentes volumes de caixa podem render em uma aplicação a 100% do CDI:
| Valor aplicado | Rendimento bruto mensal (aprox. | Rendimento bruto em 12 meses (aprox.) |
|---|---|---|
| R$ 5.000 | R$ 55,50 | R$ 707 |
| R$ 10.000 | R$ 111,00 | R$ 1.415 |
| R$ 50.000 | R$ 555,00 | R$ 7.075 |
| R$ 100.000 | R$ 1.110,00 | R$ 14.150 |
Os valores acima são estimativas brutas (antes do IR e outros descontos) com base na taxa CDI de 14,15% a.a., considerando aplicação a 100% do CDI. O rendimento real depende do prazo, da alíquota de IR e do percentual do CDI oferecido pela instituição.
Na prática, esses números têm impacto direto na rotina do negócio.
Um caixa de R$ 50.000 parado na conta corrente deixa de gerar mais de R$ 550 por mês em rendimento bruto — valor que, ao longo do ano, ultrapassa R$ 7.000, o suficiente para cobrir uma campanha de marketing, uma assinatura anual de software de gestão ou parte da folha de pagamento de um mês.
Já uma reserva operacional de R$ 100.000 aplicada a 100% do CDI pode render mais de R$ 14.000 no ano, ampliando a margem para investir na operação sem precisar recorrer a crédito.
O ponto central é que o dinheiro parado não é dinheiro neutro. Ele deixa de trabalhar pela empresa e ainda perde valor real com a inflação. Manter a reserva em uma aplicação atrelada ao CDI transforma o caixa em um ativo produtivo, disponível para uso quando a operação precisar (a depender do vencimento) e com rendimento contínuo enquanto o dinheiro estiver ali.
R$ 50.000 parados por 12 meses numa conta PJ sem rendimento rendem R$ 0. O mesmo valor aplicado a 100% do CDI rende R$ 7.075 brutos no período. De um lado, zero. Do outro, R$ 5.837 líquidos já com o Imposto de Renda descontado. Essa diferença é o custo real de manter o caixa parado.
Essa perda não fica só no papel: ela reduz a margem de negociação da empresa com fornecedores, limita o quanto sobra para investir em crescimento e aperta a saúde financeira do negócio no dia a dia — mesmo que o saldo na conta pareça o mesmo todo mês.
E o problema vai além de simplesmente não ganhar nada: com o IPCA acumulado em 4,64% nos últimos 12 meses (dado do IBGE, junho/2026), esses mesmos R$ 50.000 perdem cerca de R$ 2.320 em poder de compra ao longo do ano. Ou seja, a conta parada não fica só estagnada, ela efetivamente perde valor.
Isso acontece porque muitas contas PJ servem só para pagar e receber: o saldo fica ali parado, sem gerar. No Efí Bank, você pode usar o saldo das suas vendas para investir em CDBs com ofertas exclusivas sem sair do aplicativo.
| Modalidade | Rendimento bruto (12 meses) | IR retido na fonte | Rendimento líquido (aprox.) |
|---|---|---|---|
| Conta PJ sem rendimento | R$ 0 | — | R$ 0 |
| CDB 100% do CDI (resgate em 365 dias) | R$ 7.075 | R$ 1.238 (17,5%) | R$ 5.837 |
É por isso que Contas Digitais PJ, como a do Efí Bank, com rendimento atrelado ao CDI vêm ganhando espaço entre empresas de todos os portes: o saldo do dia a dia passa a trabalhar pela operação, sem que o gestor precise abrir conta em outro banco só para fazer o dinheiro render.
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O IR e o IOF são os dois tributos que impactam o retorno líquido de uma aplicação atrelada ao CDI. O Imposto de Renda incide sobre os rendimentos e varia conforme o prazo (tabela regressiva); o IOF só é cobrado em resgates feitos nos primeiros 30 dias.
Entender como essas duas cobranças funcionam é o que separa uma aplicação bem planejada de uma que entrega menos do que poderia.
Na tabela regressiva, a alíquota do IR (ou seja, o percentual de imposto cobrado sobre o rendimento) diminui conforme o prazo de permanência no investimento:
| Prazo de aplicação | Alíquota de IR |
|---|---|
| Até 180 dias | 22,5% |
| De 181 a 360 dias | 20,0% |
| De 361 a 720 dias | 17,5% |
| Acima de 720 dias | 15,0% |
Na prática, isso significa que resgatar um valor após 200 dias representa uma alíquota de 20% sobre o rendimento, enquanto o mesmo valor resgatado após 400 dias reduz o desconto para 17,5%. Em aplicações de médio prazo, esse planejamento simples de datas pode representar uma economia tributária relevante para o caixa da empresa.
Vale reforçar que a alíquota final pode variar um pouco de acordo com o regime tributário da sua empresa. Por isso, vale confirmar com o contador antes de decidir o prazo de uma aplicação maior.
O IOF incide sobre os rendimentos de aplicações resgatadas em menos de 30 dias, com alíquota regressiva que começa em 96% no primeiro dia e cai progressivamente até zero no 30º dia. Isso significa que um resgate no segundo ou terceiro dia da aplicação praticamente elimina o ganho do período, restando apenas um valor simbólico ao investidor.
A recomendação é evitar resgates de curtíssimo prazo sempre que possível, planejando a estratégia de forma que a movimentação do caixa se acomode dentro da janela de pelo menos 30 dias.
Para necessidades pontuais e imprevistas, manter parte da reserva em uma aplicação com liquidez diária e sem carência resolve a demanda sem comprometer o rendimento do restante do caixa aplicado.
O cálculo do rendimento do CDI segue uma lógica simples: aplica-se o percentual do CDB sobre a taxa CDI, o dinheiro rende mês a mês sobre o próprio rendimento anterior (juros compostos), e no fim desconta-se o Imposto de Renda.
Por exemplo: em um CDB de 80% do CDI, R$ 10.000 aplicados por 6 meses geram um rendimento bruto de cerca de R$ 551. Descontando o IR de 22,5% (para prazos de até 180 dias), o ganho líquido fica em torno de R$ 427.
Mas você não precisa fazer essa conta na mão: a calculadora abaixo já faz essa simulação para você, testando diferentes valores, prazos e percentuais do CDI.
Ter clareza sobre quanto o dinheiro rende no CDI é essencial para tomar decisões mais estratégicas sobre o caixa da empresa. Uma calculadora de rendimento do CDI torna esse processo prático: em poucos segundos, é possível simular diferentes cenários e comparar aplicações, sem precisar recorrer a cálculos manuais.
O funcionamento é simples. Basta informar o valor que pretende aplicar, o prazo e o percentual do CDI oferecido (80%, 100%, 115%). A ferramenta calcula automaticamente o rendimento bruto, o Imposto de Renda e o retorno líquido, dando à sua empresa uma visão mais precisa para planejar o fluxo de caixa e otimizar a rentabilidade dos recursos disponíveis.
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Valor líquido estimado
R$ 0,00
* Simulação com juros compostos, considerando a tabela regressiva de IR (22,5% a 15%, conforme o prazo). Não considera IOF nem variação futura do CDI. Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. Conteúdo educativo e informativo, não constituindo recomendação individual de investimento — consulte seu contador para o seu caso.
Calculadora zerada? Atualize a página, por favor, que já resolve🙂
Os juros compostos fazem o dinheiro da empresa crescer de forma acelerada porque os rendimentos de cada período são somados ao capital aplicado e passam a render também no período seguinte. Esse efeito, conhecido como "juros sobre juros", é o que diferencia uma aplicação de longo prazo de uma simples poupança mês a mês: em vez de crescer em linha reta, o dinheiro cresce em curva.
Para o empresário, entender essa dinâmica é o que permite tomar decisões estratégicas sobre como dividir o caixa entre reservas de curto, médio e longo prazo. Quanto mais tempo o dinheiro permanece aplicado em um investimento atrelado ao rendimento do CDI, maior o impacto dos juros compostos e menor a alíquota de IR incidente sobre o ganho, o que amplifica ainda mais o retorno líquido.
Para tornar essa relação concreta, veja como se comportam R$ 50.000 aplicados a 100% do CDI (14,15% a.a.) em três prazos diferentes:
| Prazo | Montante bruto (aprox.) | Rendimento bruto | Rendimento bruto | Rendimento líquido (aprox.) |
|---|---|---|---|---|
| 90 dias (liquidez diária) | R$ 51.682 | R$ 1.682 | 22,5% | R$ 1.303 |
| 365 dias | R$ 57.075 | R$ 7.075 | 17,5% | R$ 5.837 |
| 721 dias | R$ 64.834 | R$ 14.834 | 15,0% | R$ 12.609 |
O que a comparação mostra é que a diferença entre os prazos vai muito além da proporção direta com o tempo. Enquanto 90 dias entregam R$ 1.303 líquidos, 721 dias entregam quase dez vezes mais valor, ou seja, R$ 12.609, mesmo com apenas oito vezes o tempo de aplicação. Essa aceleração é o resultado combinado dos juros compostos e da queda progressiva do IR conforme a tabela regressiva.
Na prática, a leitura estratégica para o empresário é dividir o caixa em três camadas complementares:
Combinar essas três camadas transforma o caixa da empresa em uma engrenagem que trabalha em ritmos diferentes, com parte sempre disponível e parte sempre gerando o máximo de retorno possível.
Os CDBs para empresas costumam ter quatro faixas de prazo: liquidez diária, 90 a 180 dias, 365 dias e acima de 720 dias. Em geral, quanto maior o prazo, maior tende a ser o percentual do CDI oferecido e menor a alíquota de IR — mas o percentual exato varia conforme a instituição e o momento da aplicação.
Escolher o prazo certo depende do papel que cada parcela do caixa cumpre na operação. Veja a seguir o que cada faixa costuma oferecer e para qual perfil de caixa se encaixa melhor.
O CDB com liquidez diária permite o resgate a qualquer momento, inclusive no mesmo dia da solicitação, sem carência nem penalidade sobre o rendimento acumulado. É a opção ideal para a reserva operacional, o dinheiro que a empresa pode precisar a qualquer momento para pagar fornecedores, folha, tributos ou despesas urgentes. No Efí Bank, essa modalidade está disponível direto na Conta Efí Empresas; confira o percentual do CDI oferecido diretamente no app.
Os CDBs com prazos entre 90 e 180 dias costumam oferecer rentabilidade um pouco superior à liquidez diária, já que o valor fica comprometido até o vencimento. São indicados para parcelas do caixa que a empresa já tem planejado usar em um horizonte trimestral, como pagamento de impostos parcelados, reservas para 13º salário ou compras programadas de estoque. Nesse prazo, a alíquota de IR ainda é a mais alta da tabela regressiva (22,5% para até 180 dias), o que reduz um pouco o ganho líquido em comparação com prazos mais longos.
A partir de um ano de aplicação, os CDBs tendem a pagar um percentual mais alto do CDI. Para a empresa que consegue separar uma parcela do caixa por 12 meses, esse ganho adicional se soma à redução da alíquota de IR, que cai para 17,5%. Esse é o perfil típico da reserva estratégica: o valor que sustenta objetivos de médio prazo, como capital para expansão, aquisição de equipamentos ou reforço de capital de giro sazonal.
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CDBs com prazos superiores a 720 dias costumam representar o cenário mais rentável dentro da renda fixa, já que aqui a alíquota de IR atinge o menor patamar (15%) e os juros compostos operam por mais tempo, potencializando o retorno líquido. É o horizonte ideal para a reserva de crescimento: o capital que a empresa pode destinar por mais de dois anos sem impacto na operação.
Combinado com as camadas de liquidez e médio prazo, esse formato completa uma estratégia de caixa em que cada parcela do dinheiro trabalha no ritmo certo. No Efí Bank, você acompanha o percentual do CDI e o prazo de cada modalidade diretamente na Conta Efí Empresas, sem precisar consultar outra plataforma.
O rendimento do CDI em CDBs varia conforme o prazo da aplicação e o percentual do CDI oferecido, com diferenças significativas de retorno líquido entre liquidez diária e prazos mais longos. Veja um exemplo de quanto R$ 10.000 podem render em cada modalidade, considerando o CDI em 14,15% a.a.
Exemplo de rendimento por modalidade de CDB (aplicação de R$ 10.000):
| Modalidade | Prazo | % do CDI (exemplo)* | Rendimento bruto (aprox.) | IR | Rendimento líquido (aprox.) |
|---|---|---|---|---|---|
| CDB liquidez diária | 30 dias | 100% | R$ 111 | 22,5%** | R$ 86 |
| CDB pós-fixado | 90 dias | 102% | R$ 361 | 22,5% | R$ 280 |
| CDB pós-fixado | 365 dias | 104% | R$ 1.472 | 17,5% | R$ 1.214 |
| CDB pós-fixado | 721 dias | 115% | R$ 3.413 | 15% | R$ 2.901 |
*Os percentuais acima são exemplos ilustrativos de mercado. As taxas, prazos e percentuais do CDI realmente oferecidos variam conforme o momento e o perfil da empresa. Confira as opções atualizadas diretamente na sua Conta Efí Empresas.
**Aos 30 dias, o resgate já está livre de IOF, mas ainda entra na primeira faixa da tabela regressiva de IR (22,5% para até 180 dias).
Os números deixam claro o padrão do rendimento do CDI na renda fixa PJ: quanto maior o prazo, maior tende a ser o percentual do CDI oferecido e menor a alíquota de IR. A combinação desses dois fatores, somada ao efeito dos juros compostos, faz o rendimento crescer de forma significativa para quem consegue manter parte do caixa investido por mais tempo.
A Conta Efí Empresas, a conta digital PJ do Efí Bank, permite investir o saldo da empresa em CDB atrelado ao CDI, com alta rentabilidade e prazos que vão de liquidez diária a mais de 720 dias. Tudo simulado, contratado e acompanhado direto no app, com a segurança do FGC.
O Efí Bank é o banco digital que une pagamentos, gestão financeira e crédito para empresas; e agora também investimentos, no mesmo lugar onde o caixa já circula todos os dias.
Hoje o CDB é a porta de entrada para investimentos: simples de entender, risco baixo, ideal para quem está começando a fazer o caixa render.
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As taxas exibidas são referências e podem variar. Confira as opções atualizadas no app antes de aplicar.
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Sob a taxa CDI de 14,15% ao ano, R$ 10.000 aplicados rendem cerca de R$ 111 brutos por mês. Após descontar o Imposto de Renda de 22,5% (para resgates rápidos), o ganho líquido fica em torno de R$ 86, variando conforme o prazo de aplicação.
Sim. As empresas podem investir em CDBs pós-fixados que oferecem taxas superiores a depender do prazo. No Efí Bank, estão disponíveis diversas opções com rentabilidade do CDI de acordo com o prazo escolhido, permitindo otimizar o retorno da parcela do caixa que pode ficar aplicada.
A taxa CDI oficial é divulgada diariamente pela B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) em seu site. Além disso, o Banco Central do Brasil atualiza e disponibiliza essa taxa e outros indicadores econômicos em seus canais oficiais de comunicação para consulta pública.
O principal risco de investir em CDBs atrelados ao CDI é o de crédito da instituição emissora. No entanto, essa aplicação conta com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para valores de até R$ 250 mil por CNPJ, trazendo alta segurança.
Bancos comerciais, digitais e corretoras disponibilizam aplicações com rendimento do CDI. Para acompanhar as taxas atualizadas, consulte os portais oficiais da B3 e do Banco Central do Brasil. No Efí Bank, você acessa essas opções diretamente pela sua conta empresarial pelo app ou plataforma web.
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