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Rendimento do CDI: quanto o caixa da sua empresa pode render? [+Calculadora CDI]

Criado em 17 de ago. de 2026

(Atualizado em 17 de ago. de 2026)

O rendimento do CDI é o retorno financeiro obtido por investimentos atrelados ao Certificado de Depósito Interbancário. Com a taxa CDI em torno de 14,15% ao ano (junho/2026), R$ 10.000 aplicados a 100% do CDI rendem aproximadamente R$ 111 brutos por mês, ou aproximadamente R$ 86 líquidos após o Imposto de Renda.

Apesar do potencial de rendimento do CDI, boa parte dos empresários no Brasil ainda mantém o caixa da empresa parado na conta corrente, sem nenhum tipo de remuneração.

O problema é que a inflação corrói o poder de compra desse dinheiro mês a mês. Segundo o IBGE, o IPCA acumulado em 12 meses até junho/2026 foi de 4,64%. Na prática, isso significa que R$ 50.000 parados na conta corrente perdem cerca de R$ 2.320 em poder de compra em um ano — dinheiro que a empresa simplesmente deixa de ter, mesmo sem gastar um centavo a mais.

Mais do que uma taxa de referência da renda fixa, o CDI se tornou um parâmetro estratégico para a gestão financeira de empresas. É a partir dele que se calcula o rendimento de CDBs, fundos DI e Contas Digitais PJ remuneradas, permitindo que o caixa continue produtivo.

Neste artigo, você vai entender como calcular o rendimento do CDI, quais são as principais aplicações que seguem esse índice e como investimentos, que vão além da liquidez diária, podem fazer o dinheiro da empresa render muito mais no longo prazo.

O que é CDI e como funciona o rendimento?

O CDI (Certificado de Depósito Interbancário) é a taxa que os bancos usam para emprestar dinheiro entre si, todos os dias, quando precisam ajustar o próprio caixa. Ela é calculada e divulgada pela B3, e serve como referência para praticamente todas as aplicações de renda fixa do mercado, como CDBs, fundos DI, LCIs, LCAs e Contas Digitais remuneradas.

Para o empresário, esse conceito importa por uma razão simples: o CDI é o “piso” do que o seu dinheiro pode render fora da conta corrente. Quando uma aplicação oferece “100% do CDI”, significa que o rendimento vai acompanhar integralmente essa taxa. Se o CDI está em 14,15% ao ano, o dinheiro aplicado rende essa mesma porcentagem, em termos brutos e antes do desconto de imposto.

Na prática, isso é o que diferencia deixar R$ 100 mil parados na conta corrente de aplicá-los em um investimento atrelado CDI: no primeiro caso, o valor perde para a inflação; no segundo, ele acompanha uma das taxas de juros mais altas do mundo.

Para entender por que o CDI se movimenta do jeito que se movimenta, o próximo passo é olhar para a taxa que dá o tom de tudo isso: a Selic.

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Como funciona a relação entre o CDI e a taxa Selic?

A taxa Selic é a taxa básica de juros da economia brasileira, definida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. Ela é o principal indicador que orienta o custo do crédito e o retorno dos investimentos no país.

O CDI, por sua vez, anda praticamente colado à Selic, ficando historicamente cerca de 0,10 ponto percentual abaixo dela.

Em junho de 2026, com a Selic definida em 14,25% ao ano pelo Copom, o CDI roda em torno de 14,15% ao ano, segundo dados da B3/Cetip.

Para o empresário, o efeito prático dessa relação é direto: quando a Selic sobe, o rendimento do CDI acompanha, e as aplicações atreladas ao índice passam a pagar mais. Quando a Selic cai, o inverso acontece.

Isso significa que acompanhar as decisões do Copom não é uma tarefa exclusiva de investidores profissionais. Para quem gerencia o caixa de uma empresa, esse acompanhamento ajuda a projetar quanto o dinheiro parado pode render nos próximos meses e a decidir o momento certo de movimentar aportes maiores ou menores em aplicações atreladas ao CDI.

Quanto rende o CDI hoje na prática?

Com a taxa CDI em aproximadamente 14,15% ao ano (dados de junho/2026 do Banco Central do Brasil), o rendimento mensal bruto equivale a cerca de 1,11% ao mês. Esse valor é obtido convertendo a taxa anual para o período mensal por meio da fórmula de juros compostos.

Para tornar isso mais concreto, veja quanto diferentes volumes de caixa podem render em uma aplicação a 100% do CDI:

Valor aplicadoRendimento bruto mensal (aprox.Rendimento bruto em 12 meses (aprox.)
R$ 5.000R$ 55,50R$ 707
R$ 10.000R$ 111,00R$ 1.415
R$ 50.000R$ 555,00R$ 7.075
R$ 100.000R$ 1.110,00R$ 14.150

Os valores acima são estimativas brutas (antes do IR e outros descontos) com base na taxa CDI de 14,15% a.a., considerando aplicação a 100% do CDI. O rendimento real depende do prazo, da alíquota de IR e do percentual do CDI oferecido pela instituição.

Na prática, esses números têm impacto direto na rotina do negócio.

Um caixa de R$ 50.000 parado na conta corrente deixa de gerar mais de R$ 550 por mês em rendimento bruto — valor que, ao longo do ano, ultrapassa R$ 7.000, o suficiente para cobrir uma campanha de marketing, uma assinatura anual de software de gestão ou parte da folha de pagamento de um mês.

uma reserva operacional de R$ 100.000 aplicada a 100% do CDI pode render mais de R$ 14.000 no ano, ampliando a margem para investir na operação sem precisar recorrer a crédito.

O ponto central é que o dinheiro parado não é dinheiro neutro. Ele deixa de trabalhar pela empresa e ainda perde valor real com a inflação. Manter a reserva em uma aplicação atrelada ao CDI transforma o caixa em um ativo produtivo, disponível para uso quando a operação precisar (a depender do vencimento) e com rendimento contínuo enquanto o dinheiro estiver ali.

CDI vs. conta PJ sem rendimento: por que (e quanto) o caixa parado prejudica sua empresa?

R$ 50.000 parados por 12 meses numa conta PJ sem rendimento rendem R$ 0. O mesmo valor aplicado a 100% do CDI rende R$ 7.075 brutos no período. De um lado, zero. Do outro, R$ 5.837 líquidos já com o Imposto de Renda descontado. Essa diferença é o custo real de manter o caixa parado.

Essa perda não fica só no papel: ela reduz a margem de negociação da empresa com fornecedores, limita o quanto sobra para investir em crescimento e aperta a saúde financeira do negócio no dia a dia — mesmo que o saldo na conta pareça o mesmo todo mês.

E o problema vai além de simplesmente não ganhar nada: com o IPCA acumulado em 4,64% nos últimos 12 meses (dado do IBGE, junho/2026), esses mesmos R$ 50.000 perdem cerca de R$ 2.320 em poder de compra ao longo do ano. Ou seja, a conta parada não fica só estagnada, ela efetivamente perde valor.

Isso acontece porque muitas contas PJ servem só para pagar e receber: o saldo fica ali parado, sem gerar. No Efí Bank, você pode usar o saldo das suas vendas para investir em CDBs com ofertas exclusivas sem sair do aplicativo.

ModalidadeRendimento bruto (12 meses)IR retido na fonteRendimento líquido (aprox.)
Conta PJ sem rendimentoR$ 0R$ 0
CDB 100% do CDI (resgate em 365 dias)R$ 7.075R$ 1.238 (17,5%)R$ 5.837

É por isso que Contas Digitais PJ, como a do Efí Bank, com rendimento atrelado ao CDI vêm ganhando espaço entre empresas de todos os portes: o saldo do dia a dia passa a trabalhar pela operação, sem que o gestor precise abrir conta em outro banco só para fazer o dinheiro render.

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Como funcionam o imposto de renda e o IOF sobre o rendimento do CDI?

O IR e o IOF são os dois tributos que impactam o retorno líquido de uma aplicação atrelada ao CDI. O Imposto de Renda incide sobre os rendimentos e varia conforme o prazo (tabela regressiva); o IOF só é cobrado em resgates feitos nos primeiros 30 dias.

Entender como essas duas cobranças funcionam é o que separa uma aplicação bem planejada de uma que entrega menos do que poderia.

Tabela regressiva do IR para renda fixa

Na tabela regressiva, a alíquota do IR (ou seja, o percentual de imposto cobrado sobre o rendimento) diminui conforme o prazo de permanência no investimento:

Prazo de aplicaçãoAlíquota de IR
Até 180 dias22,5%
De 181 a 360 dias20,0%
De 361 a 720 dias17,5%
Acima de 720 dias15,0%

Na prática, isso significa que resgatar um valor após 200 dias representa uma alíquota de 20% sobre o rendimento, enquanto o mesmo valor resgatado após 400 dias reduz o desconto para 17,5%. Em aplicações de médio prazo, esse planejamento simples de datas pode representar uma economia tributária relevante para o caixa da empresa.

Vale reforçar que a alíquota final pode variar um pouco de acordo com o regime tributário da sua empresa. Por isso, vale confirmar com o contador antes de decidir o prazo de uma aplicação maior.

IOF para resgates antes de 30 dias

O IOF incide sobre os rendimentos de aplicações resgatadas em menos de 30 dias, com alíquota regressiva que começa em 96% no primeiro dia e cai progressivamente até zero no 30º dia. Isso significa que um resgate no segundo ou terceiro dia da aplicação praticamente elimina o ganho do período, restando apenas um valor simbólico ao investidor.

A recomendação é evitar resgates de curtíssimo prazo sempre que possível, planejando a estratégia de forma que a movimentação do caixa se acomode dentro da janela de pelo menos 30 dias.

Para necessidades pontuais e imprevistas, manter parte da reserva em uma aplicação com liquidez diária e sem carência resolve a demanda sem comprometer o rendimento do restante do caixa aplicado.

Como calcular o rendimento do CDI?

O cálculo do rendimento do CDI segue uma lógica simples: aplica-se o percentual do CDB sobre a taxa CDI, o dinheiro rende mês a mês sobre o próprio rendimento anterior (juros compostos), e no fim desconta-se o Imposto de Renda.

Por exemplo: em um CDB de 80% do CDI, R$ 10.000 aplicados por 6 meses geram um rendimento bruto de cerca de R$ 551. Descontando o IR de 22,5% (para prazos de até 180 dias), o ganho líquido fica em torno de R$ 427.

Mas você não precisa fazer essa conta na mão: a calculadora abaixo já faz essa simulação para você, testando diferentes valores, prazos e percentuais do CDI.

Calculadora CDI: veja quanto o caixa da sua empresa pode render

Ter clareza sobre quanto o dinheiro rende no CDI é essencial para tomar decisões mais estratégicas sobre o caixa da empresa. Uma calculadora de rendimento do CDI torna esse processo prático: em poucos segundos, é possível simular diferentes cenários e comparar aplicações, sem precisar recorrer a cálculos manuais.

O funcionamento é simples. Basta informar o valor que pretende aplicar, o prazo e o percentual do CDI oferecido (80%, 100%, 115%). A ferramenta calcula automaticamente o rendimento bruto, o Imposto de Renda e o retorno líquido, dando à sua empresa uma visão mais precisa para planejar o fluxo de caixa e otimizar a rentabilidade dos recursos disponíveis.

🏢 Simulador Efí para empresas

Calculadora de CDI para PJ

Simule o rendimento líquido do caixa da sua empresa no Efí Bank.

 

Valor líquido estimado

R$ 0,00

Valor investido R$ 0,00
Rendimento bruto + R$ 0,00
IR retido na fonte – R$ 0,00
Rendimento líquido + R$ 0,00

* Simulação com juros compostos, considerando a tabela regressiva de IR (22,5% a 15%, conforme o prazo). Não considera IOF nem variação futura do CDI. Rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. Conteúdo educativo e informativo, não constituindo recomendação individual de investimento — consulte seu contador para o seu caso.

Calculadora zerada? Atualize a página, por favor, que já resolve🙂

Como os juros compostos fazem o dinheiro da sua empresa crescer

Os juros compostos fazem o dinheiro da empresa crescer de forma acelerada porque os rendimentos de cada período são somados ao capital aplicado e passam a render também no período seguinte. Esse efeito, conhecido como "juros sobre juros", é o que diferencia uma aplicação de longo prazo de uma simples poupança mês a mês: em vez de crescer em linha reta, o dinheiro cresce em curva.

Para o empresário, entender essa dinâmica é o que permite tomar decisões estratégicas sobre como dividir o caixa entre reservas de curto, médio e longo prazo. Quanto mais tempo o dinheiro permanece aplicado em um investimento atrelado ao rendimento do CDI, maior o impacto dos juros compostos e menor a alíquota de IR incidente sobre o ganho, o que amplifica ainda mais o retorno líquido.

Para tornar essa relação concreta, veja como se comportam R$ 50.000 aplicados a 100% do CDI (14,15% a.a.) em três prazos diferentes:

PrazoMontante bruto (aprox.)Rendimento brutoRendimento brutoRendimento líquido (aprox.)
90 dias (liquidez diária)R$ 51.682R$ 1.68222,5%R$ 1.303
365 diasR$ 57.075R$ 7.07517,5%R$ 5.837
721 diasR$ 64.834R$ 14.83415,0%R$ 12.609

O que a comparação mostra é que a diferença entre os prazos vai muito além da proporção direta com o tempo. Enquanto 90 dias entregam R$ 1.303 líquidos, 721 dias entregam quase dez vezes mais valor, ou seja, R$ 12.609, mesmo com apenas oito vezes o tempo de aplicação. Essa aceleração é o resultado combinado dos juros compostos e da queda progressiva do IR conforme a tabela regressiva.

Na prática, a leitura estratégica para o empresário é dividir o caixa em três camadas complementares:

  • reserva operacional (curto prazo): o dinheiro que precisa estar disponível para pagar fornecedores, folha ou despesas do dia a dia pode ficar em uma aplicação com liquidez diária, garantindo rendimento sem perda de acesso;
  • reserva estratégica (médio prazo): o valor que pode esperar entre 6 e 12 meses trabalha melhor em CDBs com prazos maiores, aproveitando alíquotas de IR mais baixas e rendimentos superiores;
  • reserva de crescimento (longo prazo): o capital que a empresa consegue destinar por mais de 24 meses gera o maior ganho líquido, potencializado pelos juros compostos e pela alíquota mínima de IR (15%).

Combinar essas três camadas transforma o caixa da empresa em uma engrenagem que trabalha em ritmos diferentes, com parte sempre disponível e parte sempre gerando o máximo de retorno possível.

Quais são os prazos mais comuns de CDB para empresas e o que muda em cada um?

Os CDBs para empresas costumam ter quatro faixas de prazo: liquidez diária, 90 a 180 dias, 365 dias e acima de 720 dias. Em geral, quanto maior o prazo, maior tende a ser o percentual do CDI oferecido e menor a alíquota de IR — mas o percentual exato varia conforme a instituição e o momento da aplicação.

Escolher o prazo certo depende do papel que cada parcela do caixa cumpre na operação. Veja a seguir o que cada faixa costuma oferecer e para qual perfil de caixa se encaixa melhor.

Liquidez diária

O CDB com liquidez diária permite o resgate a qualquer momento, inclusive no mesmo dia da solicitação, sem carência nem penalidade sobre o rendimento acumulado. É a opção ideal para a reserva operacional, o dinheiro que a empresa pode precisar a qualquer momento para pagar fornecedores, folha, tributos ou despesas urgentes. No Efí Bank, essa modalidade está disponível direto na Conta Efí Empresas; confira o percentual do CDI oferecido diretamente no app.

Prazos de 90 a 180 dias

Os CDBs com prazos entre 90 e 180 dias costumam oferecer rentabilidade um pouco superior à liquidez diária, já que o valor fica comprometido até o vencimento. São indicados para parcelas do caixa que a empresa já tem planejado usar em um horizonte trimestral, como pagamento de impostos parcelados, reservas para 13º salário ou compras programadas de estoque. Nesse prazo, a alíquota de IR ainda é a mais alta da tabela regressiva (22,5% para até 180 dias), o que reduz um pouco o ganho líquido em comparação com prazos mais longos.

Prazos de 365 dias ou mais

A partir de um ano de aplicação, os CDBs tendem a pagar um percentual mais alto do CDI. Para a empresa que consegue separar uma parcela do caixa por 12 meses, esse ganho adicional se soma à redução da alíquota de IR, que cai para 17,5%. Esse é o perfil típico da reserva estratégica: o valor que sustenta objetivos de médio prazo, como capital para expansão, aquisição de equipamentos ou reforço de capital de giro sazonal.

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Prazos acima de 720 dias

CDBs com prazos superiores a 720 dias costumam representar o cenário mais rentável dentro da renda fixa, já que aqui a alíquota de IR atinge o menor patamar (15%) e os juros compostos operam por mais tempo, potencializando o retorno líquido. É o horizonte ideal para a reserva de crescimento: o capital que a empresa pode destinar por mais de dois anos sem impacto na operação.

Combinado com as camadas de liquidez e médio prazo, esse formato completa uma estratégia de caixa em que cada parcela do dinheiro trabalha no ritmo certo. No Efí Bank, você acompanha o percentual do CDI e o prazo de cada modalidade diretamente na Conta Efí Empresas, sem precisar consultar outra plataforma.

Comparativo de rentabilidade por prazo: quanto rende cada CDB?

O rendimento do CDI em CDBs varia conforme o prazo da aplicação e o percentual do CDI oferecido, com diferenças significativas de retorno líquido entre liquidez diária e prazos mais longos. Veja um exemplo de quanto R$ 10.000 podem render em cada modalidade, considerando o CDI em 14,15% a.a.

Exemplo de rendimento por modalidade de CDB (aplicação de R$ 10.000):

ModalidadePrazo% do CDI (exemplo)*Rendimento bruto (aprox.)IRRendimento líquido (aprox.)
CDB liquidez diária30 dias100%R$ 11122,5%**R$ 86
CDB pós-fixado90 dias102%R$ 36122,5%R$ 280
CDB pós-fixado365 dias104%R$ 1.47217,5%R$ 1.214
CDB pós-fixado721 dias115%R$ 3.41315%R$ 2.901

*Os percentuais acima são exemplos ilustrativos de mercado. As taxas, prazos e percentuais do CDI realmente oferecidos variam conforme o momento e o perfil da empresa. Confira as opções atualizadas diretamente na sua Conta Efí Empresas.

**Aos 30 dias, o resgate já está livre de IOF, mas ainda entra na primeira faixa da tabela regressiva de IR (22,5% para até 180 dias).

Os números deixam claro o padrão do rendimento do CDI na renda fixa PJ: quanto maior o prazo, maior tende a ser o percentual do CDI oferecido e menor a alíquota de IR. A combinação desses dois fatores, somada ao efeito dos juros compostos, faz o rendimento crescer de forma significativa para quem consegue manter parte do caixa investido por mais tempo.

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A Conta Efí Empresas, a conta digital PJ do Efí Bank, permite investir o saldo da empresa em CDB atrelado ao CDI, com alta rentabilidade e prazos que vão de liquidez diária a mais de 720 dias. Tudo simulado, contratado e acompanhado direto no app, com a segurança do FGC.

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As taxas exibidas são referências e podem variar. Confira as opções atualizadas no app antes de aplicar.

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Perguntas frequentes sobre o rendimento do CDI

Quanto rende R$ 10.000 por mês a 100% do CDI?

Sob a taxa CDI de 14,15% ao ano, R$ 10.000 aplicados rendem cerca de R$ 111 brutos por mês. Após descontar o Imposto de Renda de 22,5% (para resgates rápidos), o ganho líquido fica em torno de R$ 86, variando conforme o prazo de aplicação.

É possível ter rendimento acima de 100% no CDI na conta PJ?

Sim. As empresas podem investir em CDBs pós-fixados que oferecem taxas superiores a depender do prazo. No Efí Bank, estão disponíveis diversas opções com rentabilidade do CDI de acordo com o prazo escolhido, permitindo otimizar o retorno da parcela do caixa que pode ficar aplicada.

Onde verificar a taxa CDI de forma oficial?

A taxa CDI oficial é divulgada diariamente pela B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) em seu site. Além disso, o Banco Central do Brasil atualiza e disponibiliza essa taxa e outros indicadores econômicos em seus canais oficiais de comunicação para consulta pública.

Qual é o risco de investir em títulos atrelados ao CDI?

O principal risco de investir em CDBs atrelados ao CDI é o de crédito da instituição emissora. No entanto, essa aplicação conta com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) para valores de até R$ 250 mil por CNPJ, trazendo alta segurança.

Quais bancos costumam oferecer rendimento do CDI e onde acompanhar as cotações diárias?

Bancos comerciais, digitais e corretoras disponibilizam aplicações com rendimento do CDI. Para acompanhar as taxas atualizadas, consulte os portais oficiais da B3 e do Banco Central do Brasil. No Efí Bank, você acessa essas opções diretamente pela sua conta empresarial pelo app ou plataforma web.

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