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Taxa do Pix para empresas: como funciona e quanto custa em 2026

Criado em 20 de mai. de 2025

(Atualizado em 18 de mai. de 2026)

A taxa do Pix para empresas varia de 0,89% a 1,45% por transação, dependendo do banco, do volume de recebimentos e do canal utilizado. Para o seu cliente final, o Pix continua gratuito; quem paga a tarifa é a empresa que recebe o pagamento, seja por chave Pix, QR Code ou integração via API.

Neste artigo, você vai ver quanto cada banco cobra pelo Pix para empresas em 2026, entender por que a tarifa varia tanto, conhecer o ecossistema Pix que pode automatizar seus recebimentos e descobrir como reduzir esse custo na sua empresa.

O que é a taxa do Pix e por que sua empresa paga?

A taxa do Pix é a tarifa que a instituição financeira cobra de empresas (PJ) pelo serviço de processar pagamentos recebidos via Pix. Não é imposto, nem cobrança do governo — é a remuneração do banco pela infraestrutura, pelo antifraude e pela liquidação instantânea da operação.

As regras foram definidas pela Resolução BCB nº 19, de outubro de 2020, que autoriza a cobrança em operações comerciais. Cada instituição define seus próprios valores dentro desse marco regulatório.

Para ter dimensão do tamanho dessa operação: em 2025, o Pix movimentou R$ 35,4 trilhões e processou 79,8 bilhões de transações, segundo dados do Banco Central. Em dezembro do mesmo ano, bateu o recorde de 313,3 milhões de transações em um único dia. 

Para quem vende, o Pix deixou de ser alternativa e virou canal principal de recebimento, o que torna entender o custo dele essencial para a saúde financeira do negócio.

Quanto custa o Pix em cada banco? Tabela comparativa 2026

A tabela abaixo mostra as taxas cobradas pelos principais bancos para recebimentos via Pix em contas PJ. Para simplificar a comparação, dividimos as tarifas por tipo de operação: recebimento por chave Pix/QR Code estático e recebimento por QR Code dinâmico (o mais usado por e-commerces e checkouts).

BancoChave Pix / QR estáticoQR Code dinâmicoObservações
Efí Bank1,19%1,19%30 Pix grátis/mês pelo app (não vale para chave em API/webhook)
Caixa0,89%VariaMenor taxa entre os grandes bancos tradicionais
Banco do Brasil0,99%0,99% (teto R$ 140)Pix grátis para MEI e EI na Conta PJ Digital
Bradesco1,40%1,40% (teto R$ 145)Pix Saque e Troco: R$ 2,50
Santander1,40%R$ 6,54 fixo ou 1,40% via checkoutQR Code fixo fora do checkout: R$ 6,54 por transação
Itaú1,45%1,45% (teto R$ 150)Pacotes PJ com transações incluídas

Fontes: tabelas de tarifas oficiais dos bancos, consultadas em março de 2026. As condições podem ser alteradas a qualquer momento — consulte sempre o site da sua instituição.

Como ler a tabela:

  • A coluna Chave Pix / QR estático se aplica quando sua empresa recebe por uma chave cadastrada (CNPJ, celular, e-mail) ou por um QR Code fixo (valor digitado pelo cliente). É o caso mais comum em pequenos negócios e atendimento presencial.
  • A coluna QR Code dinâmico se aplica a operações com valor e vencimento pré-definidos pela empresa, o que inclui checkouts de e-commerce, links de pagamento e cobranças emitidas via API.

Pix vs cartão: qual é mais barato para receber pagamentos?

  • Pix: 0,89% a 1,45%
  • Cartão de crédito: 2,5% a 5% + taxa de antecipação

Em muitos casos, o Pix pode reduzir o custo de pagamento em mais de 50%.

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Qual taxa do Pix é melhor? Depende do seu volume e do seu modelo de cobrança

A menor taxa nem sempre é a melhor escolha. No Pix, o custo real depende do volume, do modelo de cobrança e da eficiência da operação. Olhar só o percentual pode levar a decisões que parecem baratas, mas geram perda de dinheiro no dia a dia. Veja quatro cenários práticos:

Na prática: taxa de Pix = percentual + eficiência operacional.

E-commerce e vendas online de alto volume

A taxa do Pix pode parecer pequena — mas, no volume, ela vira custo relevante no seu faturamento. Empresas que recebem centenas ou milhares de pagamentos por dia precisam priorizar uma taxa percentual baixa: uma diferença de apenas 0,3 ponto percentual pode representar mais de R$ 1.500 por mês. Mas focar só no custo por transação é um erro: falhas, instabilidade ou falta de conciliação podem gerar perdas maiores que a economia na taxa.

Na prática: alto volume → combine taxa competitiva com estabilidade e automação.

+ Veja também: Checkout Pix: como integrar pagamentos instantâneos no seu e-commerce

Prestadores de serviço e pequenos negócios

Para contadores, advogados, consultores e clínicas que fazem entre 20 e 50 recebimentos por mês, o que mais compensa é evitar custo fixo e aproveitar limites de isenção. No Efí Bank, os 30 primeiros Pix recebidos no mês pelo aplicativo são gratuitos, o que atende grande parte dos profissionais autônomos sem gerar custo nenhum.

Na prática: baixo volume → priorize gratuidade, não menor taxa.

Escolas, provedores e cobrança recorrente

Negócios com cobrança mensal e de muitos clientes precisam de automação e previsibilidade, não só de taxa baixa. O mais estratégico aqui é usar Pix Automático (cobrança recorrente com autorização única do pagador) ou integração via API que reduzem custos indiretos e melhoram o controle financeiro. O Efí Bank tem ambos os recursos. Confira as tarifas de cada solução aqui.

Na prática: recorrência → automação reduz mais custo que negociar taxa.

Marketplaces e plataformas com múltiplos recebedores

Quem repassa valores a terceiros (prestadores, fornecedores, vendedores) precisa de Split Pix, que divide o valor recebido automaticamente entre os participantes da transação. A divisão e o repasse, geralmente, são gratuitos, então o único custo da transação é apenas o de recebimento Pix

Além de eliminar erros e atrasos no rateio manual, o split de pagamento evita bitributação. A eficiência operacional somada à segurança fiscal gera uma economia que, para a maioria das empresas, é maior do que a taxa cobrada por transação. Poucos bancos oferecem isso nativamente; o Efí Bank é um deles.

Na prática: múltiplos recebedores → eficiência operacional vale mais que taxa menor.

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Soluções Pix do Efí Bank: o ecossistema completo de recebimentos

O Efí Bank é um banco digital especialista em meios de pagamento. Isso significa que, além da conta digital PJ, você tem acesso a um ecossistema inteiro construído em torno do Pix, pensado para empresas que querem integrar pagamentos, automatizar cobranças e conciliação e operar em escala.

API Pix: recebimentos e pagamentos automatizados

A API Pix do Efí Bank é a espinha dorsal do ecossistema. Ela cobre:

  • Pix Cash-in (recebimento via Pix): recebe Pix direto na sua plataforma, com confirmação automática da transação e conciliação em tempo real. Ideal para e-commerces, SaaS e qualquer operação que precise liberar pedido ou serviço imediatamente após o pagamento;
  • Pix Cash-out (pagamento via Pix): envia Pix diretamente do seu sistema, sem precisar acessar o app. Útil para empresas que pagam fornecedores ou processam reembolsos em lote;
  • Pix Cobrança (Cob e CobV): gera QR Codes dinâmicos com valor, vencimento, juros e multa automáticos. A diferença entre Cob e CobV está no vencimento: Cob é para cobrança imediata; CobV, para cobranças com data futura;
  • Extratos e conciliação automática: recebe o extrato de movimentações direto na sua aplicação, sem precisar baixar arquivo manualmente.

Taxa inicial: 1,19% por recebimento

+ Confira a documentação técnica das APIs do Efí Bank, endpoints exclusivos e módulos e plugins disponíveis

Pix Automático: cobrança recorrente sem fricção

O Pix Automático funciona de forma parecida com o débito automático: o cliente autoriza o pagamento uma única vez e, a partir daí, as cobranças são debitadas automaticamente na frequência combinada (semanal, mensal, trimestral etc).

É a solução ideal para escolas, provedores de internet, clubes de assinatura, academias e qualquer negócio com mensalidade, porque reduz inadimplência e elimina a necessidade de envio manual de cobrança mês a mês.

Taxa inicial: R$ 3,50 por Pix liquidado (tarifa fixa, não percentual).

Pix via Open Finance: iniciação de pagamento

A API Pix via Open Finance permite que sua empresa inicie pagamentos diretamente do próprio site ou app, sem que o cliente precise sair para abrir o app do banco. O checkout fica mais rápido, com menos etapas, e o abandono de carrinho cai consideravelmente.

Split Pix: divisão automática de pagamentos

Para marketplaces, plataformas de serviços e qualquer operação com múltiplos recebedores, o Split Pix divide automaticamente o valor recebido entre os participantes. Não precisa fazer repasse manual, não precisa conciliar; o sistema distribui os valores conforme a regra que você definiu no momento da liquidação.

Pix Recorrente via Open Finance

Para transações de valor fixo e periodicidade definida, o Pix Recorrente permite que o cliente autorize o pagamento uma vez só no ambiente do banco dele. A partir daí, os pagamentos seguem automaticamente, com segurança garantida pelo ambiente regulado do Open Finance.

Pix por Biometria: pagamento em um clique

O Pix por Biometria permite que o cliente finalize o pagamento apenas usando reconhecimento facial, sem digitar, sem escanear, sem sair do ambiente de compra. A previsão é de uma redução drástica no tempo total da transação.

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Em quais situações a taxa do Pix é cobrada para PJ?

A cobrança da taxa do Pix em contas PJ acontece nos cenários mais comuns do dia a dia de qualquer empresa:

  • Recebimentos de clientes — por chave, QR Code ou link de pagamento;
  • Recebimento por QR Code dinâmico — usado por e-commerces, supermercados e operações com checkout;
  • Uso acima do limite de isenção — alguns bancos oferecem uma cota mensal gratuita; ao ultrapassá-la, começa a cobrança;
  • Recebimentos via API ou webhook — operações automatizadas costumam ter tarifa desde o primeiro recebimento, sem cota gratuita.

Pagamentos enviados pela empresa (Pix Cash-out) geralmente têm taxa diferente do Pix Cash-in, mas isso varia de banco para banco. Consulte sempre sua instituição.

É legal cobrar taxa adicional do cliente por pagar em Pix?

Não. Cobrar valor extra do consumidor porque ele escolheu pagar via Pix é considerado prática abusiva pelo Código de Defesa do Consumidor. O Pix à vista é equiparado ao pagamento em dinheiro.

Em janeiro de 2025, o governo federal editou a Medida Provisória 1.288/2025, que reforçava essa proibição. A MP perdeu a eficácia por não ter sido convertida em lei no prazo constitucional, mas a prática segue vedada pela legislação consumerista.

Se um consumidor for cobrado a mais por pagar com Pix, ele pode exigir o preço original e registrar reclamação no Procon.

Como negociar e reduzir a taxa do Pix na sua empresa?

Se sua empresa movimenta volume relevante, a taxa do Pix é negociável. Algumas práticas que funcionam:

  • Converse com o time comercial do banco: explique seu modelo de negócio e mostre o volume de recebimentos. Tarifas podem ser revistas para operações acima de certos patamares;
  • Compare opções do mercado: use a tabela deste artigo como ponto de partida. Levar alternativas concretas para a negociação aumenta o poder de barganha;
  • Fuja de cestas engessadas: pacotes com cobrança fixa mensal podem sair caros para quem tem sazonalidade. O ideal é pagar só pelo que usa, sem mensalidade;
  • Use API em vez de app para volumes altos: a automação reduz erros manuais e permite que o sistema de cobrança trabalhe 24/7 sem sua intervenção.

No Efí Bank, você não paga cesta de produtos. A cobrança é transacional, feita somente quando o Pix é recebido e as tarifas podem ser negociadas de acordo com o volume e o perfil do negócio.

Se você já recebe via Pix todos os dias, o maior ganho não está só na taxa — está na automação.

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O que mudou no Pix em 2025 e 2026?

O Pix segue gratuito para pessoas físicas em transações pessoais. A polêmica do início de 2025 sobre uma norma da Receita Federal que ampliaria o monitoramento de transações foi encerrada com a revogação da Instrução Normativa 2.219/2024. Não houve criação de nova taxa.

As principais novidades do período:

  • Pix Automático (junho de 2025): cobrança recorrente com autorização única;
  • Pix por Aproximação (fevereiro de 2025): uso de tecnologia NFC para pagar encostando o celular no terminal;
  • MED 2.0 (fevereiro de 2026): o Mecanismo Especial de Devolução ganhou novas regras. A principal mudança é a capacidade do sistema do Pix rastrear valores mesmo depois de serem transferidos para outras contas, o que dificulta a ação de golpistas. A expectativa do Banco Central é reduzir fraudes em até 40%;
  • Em desenvolvimento: Pix Parcelado, Pix em Garantia e Pix Internacional.

Efí Bank: o banco digital especialista em meios de pagamento

O Efí Bank é uma instituição de pagamento autorizada pelo Banco Central com API Pix com nota máxima no Bacen e Selo RA1000 no Reclame Aqui.

Nós combinamos infraestrutura de pagamentos robusta com uma Conta Digital PJ, o que significa que a sua empresa pode centralizar cobranças e recebimentos, fazer conciliação e toda a gestão financeira em um único ambiente.

Na prática, para quem quer integrar, automatizar e escalar recebimentos via Pix, isso significa:

  • API Pix completa, com Cash-in, Cash-out, Cob, CobV, Split; além de SDKs nas principais linguagens de programação;
  • Pix Automático na plataforma web e via API;
  • Plataforma de gestão de cobranças
  • Módulos, plugins e nós no n8n prontos para quem não quer codar;
  • Sem cestas obrigatórias — você paga só pelo que usa;
  • Tarifas negociáveis por volume e perfil de negócio;
  • Comunidade ativa de desenvolvedores no Discord, com mais de 10 mil integradores;
  • Atendimento humano de segunda a segunda, das 7h às 22h.

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Perguntas frequentes sobre a taxa do Pix

O Pix vai ser taxado pelo governo em 2026?

Não. Não existe taxa criada pela Receita Federal ou pelo governo sobre o Pix. A Receita já declarou publicamente que não há tributação sobre o Pix e que a Constituição não autoriza imposto sobre movimentação financeira. As únicas taxas que podem existir são as cobradas pela própria instituição financeira em operações comerciais (PJ).

Pessoa física paga taxa no Pix?

Na grande maioria dos casos, não. O Pix é gratuito para PF em transferências pessoais, pagamentos de contas e compras. As exceções são poucas: uso comercial da conta CPF (vendas por delivery, artesanato, Instagram), mais de 30 recebimentos por mês em alguns bancos e recebimentos por QR Code dinâmico. Nesses casos, o banco pode aplicar tarifa.

MEI paga taxa no Pix?

Em geral, não. MEIs e Empreendedores Individuais seguem as mesmas regras de pessoa física pela Resolução BCB nº 19. A cobrança só é permitida em situações específicas, como mais de 30 recebimentos por mês, recebimento por QR Code dinâmico ou conta com uso exclusivamente comercial.

Qual a taxa do Pix para pessoa jurídica?

Varia de banco para banco. Nos grandes bancos tradicionais (BB, Itaú, Bradesco, Santander, Caixa), a taxa fica entre 0,89% e 1,45% por transação. No Efí Bank, a taxa é de 1,19% em todos os canais (app, plataforma web e API), com 30 Pix grátis por mês pelo app para contas PJ.

Posso negociar a taxa do Pix com o meu banco?

Sim. Muitas instituições têm margem para negociar, especialmente se sua empresa movimenta valores altos ou faz muitas transações mensais. Compare as taxas do mercado, converse com o time comercial e avalie modelos flexíveis sem cesta obrigatória.

Pix Automático tem taxa?

Depende da instituição. O Pix Automático foi lançado em junho de 2025 e cada banco define suas condições. No Efí Bank, a tarifa é de R$ 3,50 por Pix liquidado — uma tarifa fixa por transação, independente do valor cobrado.

Qual a diferença entre Pix Cash-in e Pix Cash-out?

Pix Cash-in é o recebimento de Pix pela sua empresa — quando um cliente paga você. Pix Cash-out é o envio de Pix pela sua empresa — quando você paga fornecedores, repassa valores ou faz reembolsos. Ambos são operações automatizadas via API Pix e fazem parte do ecossistema do Efí Bank.

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